Banheira da minha sobrinha, que será usada pela 4ª criança.
Eis aqui um dos meus temas favoritos
no momento: o troca-troca de objetos infantis usados. Usados é brincadeira né,
a maioria é no máximo semi-nova e eventualmente nunca foi usada, pois a criança
espichou antes do esperado.
Sim, tem aqueles pais que querem
tudo novinho, com cheiro de loja, e não chegam a aproveitar os pertences nem de
um filho para o outro. Pois bem, acho que sou o extremo oposto desse perfil.
Como a terceira filha de minha família, aproveitei o que podia e não podia dos
meus irmãos mais velhos. Os clássicos, que ainda guardo na memória, são: o
berço, a minha primeira bicicleta e os livros da escola.
Hoje com uma boa condição de
vida, meus pais começaram sua vida a dois com muito pouco e, sem saber, suas
atitudes foram o principal pilar para os valores que carrego no peito. A
formação profissional fortaleceu ainda mais minha posição, agregando novos
valores ao princípio do “não desperdício”. Fortalecimento das relações
interpessoais, economia de recursos naturais, aumento da vida útil dos
materiais e diminuição da produção de lixo lideram minha longa lista de
vantagens atribuídas ao uso dos “usados”.
Essa é uma cultura que sempre existiu entre nós, mas que certamente, como tantas outras, vem perdendo força nesse nosso estranho sistema que insiste em botar o lucro acima de tudo. A palavre de ordem é “compre, compre, compre”. Porém, contrariando o sistema, fico bem feliz quando alguém me oferece os pertences que foram do filho.
Nesse aspecto, podemos dizer que nosso filhote está bem servido. Os amigos já nos ofereceram carrinho de passeio, cadeirinha de papinha, canguru e até cadeirinha para o carro, que vamos deixar com nossos pais, pois nos desapegamos de nosso carro há uns sete anos e assim pretendemos continuar.
Se a criaturinha que carrego no ventre for menina, herdará para o resto da vida os pertences da nossa sobrinha e afilhada Mariana, que hoje tem um ano de vida. Se for menino, também terá muita roupinha herdada dos filhos de primos e amigos. Então vamos aguardar a tão esperada e ainda tão distante ultra que nos dirá o sexo do bebê!
Essa é uma cultura que sempre existiu entre nós, mas que certamente, como tantas outras, vem perdendo força nesse nosso estranho sistema que insiste em botar o lucro acima de tudo. A palavre de ordem é “compre, compre, compre”. Porém, contrariando o sistema, fico bem feliz quando alguém me oferece os pertences que foram do filho.
Nesse aspecto, podemos dizer que nosso filhote está bem servido. Os amigos já nos ofereceram carrinho de passeio, cadeirinha de papinha, canguru e até cadeirinha para o carro, que vamos deixar com nossos pais, pois nos desapegamos de nosso carro há uns sete anos e assim pretendemos continuar.
Se a criaturinha que carrego no ventre for menina, herdará para o resto da vida os pertences da nossa sobrinha e afilhada Mariana, que hoje tem um ano de vida. Se for menino, também terá muita roupinha herdada dos filhos de primos e amigos. Então vamos aguardar a tão esperada e ainda tão distante ultra que nos dirá o sexo do bebê!
Herdará muitas coisinhas lindas da Laís. As que eu herdei da Bruna estão sendo usadas até hoje e ainda tem umas maiores pra serem usadas.
ResponderExcluirÉ ótimo ganhar roupas e utensílios de outros bebês, vem com cheirinho e tudo... rs rs rs
Beijos.