domingo, 15 de abril de 2012

O sexo, o nome




O momento em que saberíamos o sexo do nosso bebê não era motivo de ansiedade para mim e para o Edu. Não era, mas passou a ser lá pela septuagésima vez que alguém perguntou “é menino ou menina?”.

Algumas reações das pessoas ao redor de uma grávida são padrão, e para estas não há exceção. A primeira delas é ser tomado(a) de uma emoção em seu estágio mais puro, e experimentar uma sensação de felicidade pelo simples fato de saber que tem uma nova vida sendo gerada ali. É presenciar um milagre, e não há quem não seja tocado.

A grandiosidade desses sentimentos certamente não tem como ser expressa em palavras. No geral estas se limitam aos “parabéns”, que os novos pais sabem bem a plenitude de seu significado.

Na sequencia vem uma enxurrada de perguntas que vão desde o tempo de gestação, previsão para o parto, saúde da gestante e do bebê, e o sexo. Essa última nunca escapa, todos querem saber. Além disso, velada ou não, todos tem uma preferência.

Embora não estivéssemos ansiosos pra saber o sexo, eu sempre achei que lido melhor com meninos e por isso tendia a querer um XY. Já o Edu, tem mais facilidade com o sexo oposto e adoraria ser pai de uma menina. O tempo de espera da ultra, no entanto, foi o suficiente para que a gente enxergasse as maravilhas de ser menina ou menino, cada um com suas peculiaridades, mas ambos repletos de vantagens.

Com apenas 12 semanas, uma surpresa até para a médica, o danadinho já mostrou seus documentos e soubemos então que seremos pais de um homenzinho. Muito fofo, ainda cabeçudo, com perninhas finas, mas cheio de vida. O pequeno Bolotinha não se intimidou diante da câmera e se exibiu em todas as posições. Sacudiu braços e pernas, bebeu água e até fez xixi durante a ultra.

Mas, se antes de sabermos o sexo a pergunta seguinte já não se calava, após sua constatação não há uma só pessoa que não queira saber “qual o nome?”. Caramba, o nome! Não escolhemos. Pensa daqui, pensa de lá, lê livros, sites, revistas, créditos de filmes, abertura de novelas, diário de turmas..., e nada. Algumas opções, mas nenhuma decisão.


E assim estamos. Por enquanto o nosso pequeno ainda tem o carinhoso apelido de Bolotinha, mas logo que decidirmos vocês saberão pelo blog ;-)